
Subiu para dez o número de mortes confirmadas após o tombamento de ônibus na BR-040, ocorrido na madrugada deste domingo (16). O acidente aconteceu no Km 91 da rodovia, na altura do município de Petrópolis, no Rio de Janeiro.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), todas as vítimas fatais são do sexo feminino. Até o momento, as idades das passageiras não foram divulgadas pelas autoridades.
Oito mortes foram constatadas ainda no local do acidente. Uma das vítimas faleceu no Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, enquanto a décima pessoa veio a óbito em uma unidade de pronto atendimento em Petrópolis.
Trajeto do veículo e bloqueio na pista
O coletivo pertencia à empresa Estrela Guia Turismo e havia saído de Belo Horizonte com destino ao bairro de Copacabana, na zona sul da capital fluminense.
O veículo transportava 47 passageiros no momento em que tombou, por volta das 4h30 da manhã.
O acidente causou forte impacto no tráfego da BR-040. A pista permaneceu totalmente interditada até ser liberada para o trânsito pouco depois das 7h.
Atendimento aos feridos nos hospitais
Os passageiros feridos no acidente foram socorridos e levados para diferentes unidades de saúde da região.
A PRF informou inicialmente que os resgatados foram encaminhados ao Hospital Santa Teresa, em Petrópolis, ao Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, e ao Hospital Estadual Getúlio Vargas, na cidade do Rio de Janeiro.
Contudo, a Secretaria de Estado de Saúde do Rio esclareceu que a direção do Hospital Getúlio Vargas não registrou a entrada de nenhuma vítima do acidente em suas instalações.
Situação das unidades de saúde
A Prefeitura de Duque de Caxias confirmou o recebimento de 14 pacientes no Hospital Adão Pereira Nunes. Além da vítima que veio a óbito no local, os demais sobreviventes continuavam recebendo cuidados médicos no início da tarde de domingo.
Já o Hospital Santa Teresa confirmou o atendimento a nove feridos no acidente. A instituição informou que os pacientes seguem assistidos por equipes multiprofissionais, seguindo os protocolos de classificação de risco, mas não divulgou detalhes sobre o estado individual de saúde de cada um.